quarta-feira, 28 de maio de 2008

"Vale do Minho em versão copiada de Robert Mugabe"



http://www.appletreeblog.com/wp-content/2007/07/mugabe-crazy.jpg

"Nas eleições de 31 de Março para a União Empresarial do Vale do Minho (norte de Portugal) apareceram mais votos do que votantes. Será diferente na repetição de 16 de Junho?"

A nossa região está a ser enxovalhada pelos senhores da UEVM. É esta a imagem que queremos dar de Valença e do Vale do Minho? Leiam mais em:
http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=21136&catogory=Manchete
Comentem. Divulguem. Quem cala consente. Nós não consentimos!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Gandra o "El Dorado"

Comenta-se, por aí, que existem inusitadas movimentações na compra de terrenos em Gandra. Será Ouro? Será Prata? Urânio, talvez? Porquê tanto interesse? Há um “je ne sais pas quoi” de estranho em tudo isto. Quem sabe o quê? Onde passa? “Que pasa”? Digam-me os mais esclarecidos? É uma seita? Quem aceita?
Qual grupo de astrólogos ou cartomantes que, antes de nós, já tudo sabem, estes senhores causam-nos calafrios. Ou dormimos com os olhos abertos ou somos engolidos e nem damos por isso.
Está na hora de acordar!

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Universo Finito

…sendo hoje um dos três associados espanhóis, num universo de 800, da União Empresarial do Vale do Minho. "As transacções entre Valença e Tui são frequentes e funcionam como um complemento de dois mercados", considera o presidente daquele organismo, Joaquim Covas.”
Como vai Sr. Covas? Bem? Presumo que não. Se estivesse, saberia que neste “Universo” não existem 800 sócios. Nem no “Uno”, nem no “Verso”. Já agora, “Sr. Presidente”, confira bem o número de sócios que actualmente “ainda” o vão sendo. Percebeu, não percebeu? Se não, eu explico: qual a razão porque, ao longo destes 15 anos, a UEVM tem perdido tantos sócios? Será que, sendo masoquistas, não gostam das deslumbrantes acções que V.Exas alardeiam? Duvido, caro senhor! Sabe, não chega “artificializar” o número de acções que, ao longo do ano, levam a cabo. É necessário fazer mais do que putativas iniciativas em prol do tecido empresarial do Vale do Minho. Nem que encha jornais com várias campanhas de Natal, ao longo do mesmo ano (o Natal não é sempre que a UEVM quiser…) , vai “tapar o sol com a peneira”…

Já agora, venho lembrar-lhe que, contrariamente, ao Verdadeiro o seu universo (com letra minúscula) é finito. Para bom entendedor...

sábado, 3 de maio de 2008

O Silêncio dos Inocentes

Reina um silêncio “inocente” na União Empresarial do Vale do Minho. Depois das vergonhosas eleições, já passou um mês – um MÊS!
Dos lados da ex-alfândega, nada! Nem “ai”, nem “ui”. Não há uma data, nem uma explicação para o facto. Por isso, meus senhores, certas questões podem, legitimamente, ser colocadas.
Primeira, a ver pelo tempo de demora, os preparativos para as novas eleições são “esmerados”, não são?
Segunda, será que existe alguma razão oculta?
Terceira, estará a “Direcção” esquecida que agora é, APENAS, um grupo de gestão? Que não pode tomar decisões, a não ser aquelas que digam respeito a meros actos administrativos?
Pois bem, tentemos responder a estas questões. À primeira, a resposta é simples: apenas é necessária uma organização diligente, séria e isenta. Além disso, mais nada. Todavia, ninguém acredita que a demora tem como causa os “esmerados preparativos”. Ninguém! Ora bem, isto leva-nos, direitinhos, à segunda questão – a tal da “razão oculta”. Já remoí várias vezes no assunto e concluo que esta razão só pode ser por um destes motivos: motivo um, ou estão “a preparar muito bem preparada” a passagem de testemunho à próxima direcção ou, motivo dois, estão às voltas com o maior flop do Vale do Minho: a Expominho! Tanto um como outro, deixam-me de pé atrás. Se o motivo for o primeiro, gostaria de deixar escrito, nesta data, que as auditorias – por aqui – também se fazem… Se for o segundo, então, lá vamos nós até à terceira questão.
“Os meros actos administrativos”, meus senhores, estão em vigor a partir do dia 31 de Março, não se esqueçam. Se algo de tão “importante”, como é a Expominho, foi decidido após essa data, então temos um problema, não temos?

P.S: Hoje, dia 2 de Maio, chegou uma missiva, dirigida ao cabeça de lista B, onde, qual verdade “à la LAPLACE”, se dava conta que as eleições de 31 de Março tinham sido anuladas. Caso ainda alguém tivesse dúvidas e não soubesse… No entanto, de novas datas, nada. Preocupante…

P.S1: O site da UEVM – que foi uma das promessas eleitorais da auto-apelidada lista A – era para ser inaugurado no dia 31 de Março. Todavia, se digitarem http://www.uevm.pt/ constatarão que, tal como há um mês e tal atrás, não funciona. Deve estar a ser concebido pelos mesmos que fizeram este: http://www.cm-valenca.pt/
Até ao próximo post.

domingo, 27 de abril de 2008

"Melgaço 2 - Valença 0"

Ao ler o “Expresso” desta semana, deparei-me com um anúncio do município concorrente Melgaço, que me convenceu definitivamente: Os senhores que regem o destino de Valença vivem num gritante estado catatónico.
Neste anúncio informava-se que estava aberto o concurso público para a exploração do futuro campo de golfe de Melgaço.
Se, “os senhores do regime”, quiserem dar-se ao trabalho de lerem um livro, há uns anos co-publicado por Philip Kotler, intitulado Marketing Places*, não ficarão surpreendidos com as decisões da “concorrência”. E porquê? Porque, pura e simplesmente, são previsíveis. Num futuro, já presente, só os municípios com visão estratégica poderão singrar, mantendo e captando, novos “clientes” (leia-se, munícipes). No entanto, e por aquilo que se vê, não antevejo grande futuro para Valença. É que para traçar um plano de acção – dentro de uma estratégia predefinida – são necessários certos preâmbulos (que, até aos dias que correm, não são levados em conta).
Antes de tudo, é necessário fazer um ponto da situação. Saber como está e como é vista, Valença, pelos seus clientes (Por muito estranho que pareça o termo, todos somos clientes da terra!). Acredito, piamente, que esta gente que nos tenta dirigir, se o fizer (o que duvido), ficará de boca aberta. Sinto que algumas das respostas, por tão simples e óbvias, farão enrubescer os “estrategas bacocos” cá do burgo. Tomar o pulso da nossa terra é URGENTE, antes que a doença avance e seja tarde demais.
Depois disso, e só depois, meus senhores, é que “entramos em acção”. Não fazendo, como é habitual, “meia dúzia” de acções desgarradas e inconsequentes. Não! Não é porque organizamos eventos sem nexo, que estes resultam em algo de palpável. Definam-se as acções, baseadas em dados. Aja-se, trabalhando com a certeza do objectivo. Só assim, caros senhores, poderão fazer (se quiserem, o que, mais uma vez, duvido) algo por Valença.

* Marketing Places: Attracting Investment, Industry, and Tourism to Cities, States, and NationsPhilip Kotler, Donald Haider, Irving Rein.

sábado, 26 de abril de 2008

"Melgaço 1 - Valença 0"

A festa do Alvarinho do Fumeiro em Melgaço é, inegavelmente, um sucesso. Causa: Boa organização. Consequência: Muita adesão. Nem mais.
Desde Braga a Vigo, passando por, praticamente, todo distrito de Viana, a organização deste evento tudo cobriu com publicidade. Há umas semanas atrás, em Valença, organizou-se um evento pobrezinho. Triste, só animado pelo esforço dos participantes que, incansáveis, tentaram fazer a festa. Já num “post” anterior, da autoria do “Amigo de Valença”, foi escrito que: afixar meia dúzia de painéis inconsequentes, enviar mails a alguns valencianos e órgãos de difusão de notícias, não chega. É necessário mais.
Será que com o exemplo de Melgaço, estes senhores aprendem? Duvido. Parece que até lá foram. Mas servirá de alguma coisa? Humm…

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Onde pára o "nosso" Presidente?

Em notícias veiculadas ontem, dia 16 de Abril, informava-se que “a Comissão Europeia confirmou hoje por escrito ao Eurodeputado José Ribeiro e Castro "a existência de uma proposta conjunta luso-espanhola para o troço transfronteiriço da linha de alta velocidade Porto-Vigo e o compromisso de conclusão até 2013", adiantando vários detalhes do projecto e do respectivo ponto de situação”.
Convém, antes de tudo, esmiuçar esta notícia.

Em primeiro lugar, surge a figura do autarca de Ponte de Lima, Daniel Campelo, que defende, como é seu apanágio, o seu concelho com “unhas e dentes”. Senão vejamos, pressionou um eurodeputado do seu partido para, junto da Comissão Europeia, obter informações claras sobre todo o processo. Já o tinha feito junto de várias entidades nacionais. No entanto, nada era adiantado. Secretismo absoluto. O traçado do TGV estava envolto numa densa neblina que tarda em levantar. Mas, Daniel Campelo, não baixou os braços. E a notícia de ontem é um sinal que o homem, goste-se ou não, sabe o que quer.

Em segundo lugar, ficamos a saber, por Ribeiro e Castro, que segundo o Comissário Jacques Barrot, o troço transfronteiriço terá "aproximadamente 60 quilómetros (km), dos quais 35 km em território português e 25 km em território espanhol". A comissão confirmou ainda a Ribeiro e Castro que foram designados como "pontos‑âncora o Porto, Braga, Ponte de Lima, a fronteira luso‑espanhola, Rio Porriño e Vigo". Presumo que, por fronteira luso-espanhola, se refere a uma área que englobe o nosso concelho. Há, no entanto, que esperar pelo estudo de impacto ambiental em curso para se poder, em definitivo, saber rigorosamente qual o ponto de passagem em cada uma das cidades cobertas pela linha de TGV. Especificamente quanto ao caso de Ponte de Lima, o ponto de situação a nível comunitário é o mesmo: "no que se refere, nomeadamente, ao atravessamento de Ponte de Lima, no troço Braga/Valença, as informações relativas ao itinerário (cruzamentos, plano de expropriação, se for caso disso, ou itinerário preciso) só estarão disponíveis no início de 2009, após o lançamento do processo de avaliação de impacto ambiental".

Em terceiro lugar, diz a referida notícia que “o Eurodeputado democrata-cristão indicou ter escrito já aos autarcas de Braga, Valença e Ponte de Lima, dando-lhes nota integral da resposta da Comissão Europeia sobre o traçado, "por forma a desfazer alguma da cortina de silêncio que parece ter rodeado este processo, ao menos nalguns casos".

Vamos então a reflexões. A primeira é que o “nosso” presidente devia seguir o exemplo do autarca limiano. Não o fez. Não o faz. Não sei se alguma vez o virá a fazer. Assusta-me saber que, algo tão importante para o nosso concelho, esteja a ser, displicentemente, tratado. O TGV, meu caro presidente, é vital para o futuro do concelho que dirige. Isso não o preocupa? Se já recebeu a carta do referido Eurodeputado, o que lhe respondeu? Gostaríamos, TODOS, de saber.
A segunda reflexão. O traçado já existe, pois está a ser feito um estudo de impacte ambiental ao mesmo. Eu estranho, muito até, que o referido traçado não seja do conhecimento do Sr. presidente. Parece que passa por Gandra, um exemplo que não é inocente, confesso! Já existirá um plano de expropriações em curso? Se o itenerário preciso só estará disponível no início de 2009…

Para terminar, apelo a todos os Valencianos que estejam atentos ao seu futuro. Está nas mão de poucos. E, a ver pelo secretismo existente, não me parece boa ideia.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Mercado das Tradições

Já é tradição em Valença... organizar eventos condenados ao insucesso, por falta de senso comum, dos responsáveis das iniciativas, que não conseguem atempadamente publicitar os eventos para serem participados pelo maior número de pessoas possível.
Senão vejamos, a menos de 8 dias, do Mercado das Tradições, não havia uma única referência a tal evento, ou será, que se destina só para uma minoria , como vem sendo habitual em Valença.
Já sei!... não fizeram mais divulgação, para a ASAE não saber... porque tudo que é tradicional está condenado ao fundamentalismo inconsequente destes senhores.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

A vergonha!

Acostumados ao poder. Agarrados a ele. Os membros da direcção da UEVM tudo fizeram para, iniquamente, ganharem as eleições do dia 31 de Março.
Tudo começou com o desrespeito pelos sócios desta União. Os senhores da mesa só chegaram eram 20h e 50 minutos! Urna de voto, boletins e computador portátil (com conexão à Internet móvel. Era necessária…).

Pelo canto do olho, o Sr. Presidente da Assembleia Geral, conseguiu – sem fazer a contagem dos sócios – saber que não havia Quórum suficiente. Depois, com a organização que se lhe conhece, estes senhores trataram de “preparar” a entrada dos sócios. E de que maneira…

A organização “primou pelo zelo”, senão atente-se no seguinte: a entrada dos sócios era controlada por três, atarefadas, meninas. Conferiam a entrada dos sócios e de procurações com poderes de representatividade. No entanto, as listas que conferiram a entrada dos sócios, não foram as mesmas que foram apresentadas a quem iria fiscalizar o acto eleitoral. Sintomático. Depois, foi a discussão das contas do ano transacto. Mais uma vez, ficou patente a “transparência” pela qual estes senhores se pautam. As contas batem sempre certo. Depois de bem maquilhadas, entenda-se. E, em apenas 48 horas, dificilmente se podia descortinar muito. Em plena assembleia, o Sr. presidente da dita, ainda perguntou se alguém, in loco, queria verificar as contas (em poucos minutos, um vulgo mortal, consegue entender movimentos de mais de meio milhão de euros!).

Mas o melhor ainda estava para vir. Para a eleição dos corpos sociais, um festival de ilegalidades: a urna ficou a meio da mesa, ao alcance de olhares indiscretos; os boletins de voto chegaram, sabe-se lá de onde; as listas, para verificação dos votos, não coincidiam com aquelas que estavam na entrada; “alguém”, num dos lados da mesa tinha um computador portátil, com ligação à internet (para quê? Era bom que esse “alguém” me explicasse…).

A votação foi, simplesmente, surreal. A privacidade não foi acautelada, porque esse não era o objectivo. Assim, era mais fácil pressionar os votantes…
A iluminação foi desligada várias vezes. Num acto eleitoral…
Vários sócios, com várias procurações, “visitaram” várias vezes a urna de voto. Conforme a necessidade…
Às duas por três, “um coelho sai da cartola”: surge o sócio 789. Quando nos cadernos eleitorais apenas constavam 788. Inigmático…

No final, a coincidência, do quase mesmo número de votos. Até parece que se sabia quem votara em quem…
Não fosse o “erro de cálculo” destes senhores e, hoje, estaria a escrever acerca da vitória mais iníqua da história da UEVM.

Mas não aconteceu. A partir de agora, vejamos até onde vai a avidez pelo poder. E, acima de tudo, o porquê! É que não há muito tempo, estes senhores diziam-se cansados do lugar. Misterioso…

Preparemo-nos para a batalha. A guerra só agora começou…

sexta-feira, 28 de março de 2008

Eleições na União Empresarial do Vale do Minho

As eleições na União Empresarial do vale do Minho, devem ser vistas, como um indicio da necessidade de mudança no Concelho, que menos se tem desenvolvido nos últimos 20 anos, no contexto do alto Minho.
O "usocapião" nos cargos em instituições, não é salutar para a dinâmica das mesmas.
Na alternância, pode estar a chave, para a abertura de um novo ciclo de dinamização comercial do Alto Minho.
Por isso, gostaria de ver uma vontade de mudança, reflectida no acto eleitoral, do dia 31 de Março, a realizar no Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Valença, ás 21.00h.