domingo, 7 de setembro de 2008

Outlet In. Joaquim Out!

Copie este link para a barra de endereços do seu browser e veja a notícia onde aparece o SR. Joaquim.

http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=362043&tema=29

Foi uma inauguração com pompa, circunstância e… paletes, cimento, paramentos de madeira e terra. Muita terra. Assim, nestas condições lá foi abrindo o Outlet. Mas abriu. Sem licença, é certo. Sem as condições básicas de segurança, é verdade. Mas, lá esta. Imponente e cheio de remendos.

Daqui, deste lado, “nem ai nem ui”. Agradecemos, desde já, a “jogada de antecipação à Joaquim”. Antecipadamente, reuniu para saber o que fazer. Tomou verdadeiras medidas de “Presidente”. Pelo menos prometeu que as ia tomar. Não foi Sr. Joaquim? Relembro-lhe que, na sua “transparente” campanha eleitoral, afirmou que estava a estudar – termo maldito. Máscara de ineficácia – uma solução para minimizar o impacte que tal estrutura viria a causar no comércio de Valença. Ainda bem que o fez. E que bem feito, pois nós nem demos por nada. Percebemos, com o seu discurso fúnebre e de ocasião – onde nem o fato faltou – que não tem uma ideia, uma solução, um argumento que seja, para inverter a situação. A mim, desde sempre, me ensinaram a agir. Nunca a reagir. A si ensinaram-no a nada fazer, pois o que importa é aparecer. É o lugarzinho, não é? E depois sou eu que preciso de trampolins, Sr. Joaquim?

Deixemo-nos de coisas tristes. Iniciemos uma reviravolta e transformemos as ameaças em oportunidades – pergunte à sua “assessora de marketing”, ela deve saber o que é uma análise SWOT.

Assim, e para que os leitores não digam que eu só critico, que não contribuo com ideias, enumero, a seguir, algumas. (Sr. Joaquim, não me importo que as copie. Antes pelo contrário, ficaria satisfeito se, ao copiá-las, obtivesse um sucesso estrondoso).

  • Criar uma mensagem que transmita a ideia que Valença é um dos maiores Centros Comercias Abertos da Península. Onde a Moda é actual e sempre a Bom Preço – aqui, os únicos que vendem “velharias” são os antiquários!
  • Como comunicar esta mensagem:
    • Através de dois Outdoor, estrategicamente colocado, de forma, que, tanto espanhóis, como portugueses o vejam;
    • Distribuição maciça de flyers nos carros estacionados junto ao Outlet;
    • Autocarro publicitário que, ao mesmo tempo, sirva de transporte a horas definidas de pessoas entre o Outlet e Valença;

 Vejamos a coisa pelo lado positivo: há muita gente que ainda não conhece Valença (se calhar mais portugueses que espanhóis!). Não estará na hora de aproveitarmos a captação de clientes que Outlet irá fazer, em benefício próprio? Oportunismo? Sim. 

Valença pode ganhar nova vida com o Outlet, é tudo uma questão de atitude!

Eduardo Dantas – Atira a Pedra e Mostra a Mão!

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

E o Diktat continua...

A falta de respeito, continua. Não se informa, não "se passa cavaco às tropas". É assim, a verdadeira democracia dos macambúzios que governam Valença. Ontem, dia 4 de Setembro, a propósito de obras de pequena monta, fechou-se o trânsito na fortaleza. Nem que fossem de grande monta, um aviso ficava bem. Mas não. Estes senhores reinam sozinhos. O feudo é deles. Esquecem-se que há empresas dentro da fortaleza. Fornecedores que, vindo de longe, “dão com o nariz na porta!”. Empresas de transportes que, com hora marcada, chegam e têm que dar meia volta e seguir para outro cliente. Assim não dá! Mas o pior de tudo é o arrepio que dá quem nos visita. As coisas não estão bem, os clientes rareiam e, ainda por cima, estes senhores esquecem-se das mais elementares regras de bom senso. Imprimir “meia dúzia” de páginas A4 alertando que no dia seguinte o trânsito estaria condicionado, custava assim tanto? Se não foi por falta de “alembradura”, tudo me leva a pensar que foi mais uma estranha coincidência: no dia da inauguração (?) do Outlet Tui, quisemos dar uma ajudinha para que os “coitadinhos” não sofressem de concorrência desleal…

Bem gostaria eu de criticar pela positiva. Mas, por favor, tentem dar-me motivos! Será que é assim tão difícil?

Eduardo Dantas – Atira a Pedra e Mostra a Mão! 

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Amigo é quem diz bem, quem não diz… Não é D. Marisa?

Cara concidadã,

 

Antes de mais, queira saber que nós, neste Blog, nem sempre criticamos pela negativa. Entendo, no entanto, que gostaria que apenas o fizéssemos pela positiva. Ficaríamos melhor na fotografia, bem sei. Mas esse não é o objectivo. Não somos o pasquim de serviço do status quo vigente. O nosso fito é pôr o dedo na ferida. E como existem bastantes, ouvem-se muitos gemidos. Alguns gritos, até.

 

Debrucemo-nos sobre o teor das suas, pouco isentas, afirmações.

A primeira, a Universidade não existe! O que existe é um pólo do Instituto Superior de Viana do Castelo. Convenhamos que não é a mesma coisa, pois não? Um Instituto é um Instituto, uma Universidade é uma Universidade. Mas o cerne da questão não se põe no estatuto do estabelecimento. Põe-se antes, na interligação entre este e o meio valenciano. Que – aqui entre nós – resume-se ao apoio que a nossa autarquia dá, aquando das festas académicas. Não concorda? Se não, pergunte-se quando é que alguma vez viu, ouviu ou sentiu a presença dos alunos no ambiente valenciano. Viu ou leu relatórios sobre o estado actual do Turismo, Comércio ou Indústria em Valença feitos pela Escola a pedido de quem rege os destinos de Valença? Viu ou leu algum estudo sobre a população (mercado?) que Valença possui? Eu não! Se conhecer, diga-me. Num acto de contrição público, pedirei desculpas neste blog!

 

A segunda, o Comércio? Que comércio? Aquele que, autarcas míopes, a pouco e pouco querem destruir? Sejamos razoáveis! Quando convém, falam do comércio, mas, na grande maioria das vezes, olham-no com sobranceria tacanha. O comércio valenciano pouco, ou nada, deve a estes senhores. Antes pelo contrário. Se a conjuntura é má, os senhores que, devotamente, enaltece, nada fazem. Aparecem, de vez em quando, a debitar meia dúzia de trivialidades e…já está “acabamos de fazer de conta que nos importamos muito”. D. Marisa, o comércio valenciano não é referência. Já foi. Culpa própria? Também, contudo, a classe política local também não ajuda. Em nada. Nem câmara, nem oposição (que não existe!).

 

Na área da saúde, D. Marisa, presumo que a partir de agora só pode ficar doente, nas horas impostas pelo diktat. Deus nos livre de, nas horas em que não há urgências, termos uma urgência! Acha isto razoável? Eu não. E, já agora, compararmo-nos com quem tem pouco também não é. O serviço de urgências em Valença não foi compinças tratado. Foi com tenazes e colheres de pedreiro. No timing em que não há urgências vamos ficar nas mãos do INEM. Um Instituto onde reina todo o tipo de compadrio e de favores. Uma agência de emprego ao serviço do establishment. Gente que, sem formação, brinca aos cuidados básicos de saúde – salvo raras e honrosas excepções. Obrigadinho pela “dica da semana”, D. Marisa!

 

Quanto à zona industrial estar a “evoluir significativamente”, deve precisar. Evoluir de zero para um, é significativo. É um aumento de 100%.

D. Marisa vá, pelo seu pé (e não pelo dos outros), até à zona industrial. Vá e fale com os industriais que lá estão. Vá e, depois, conte-nos o que ouviu. Aceita o repto?

 

Para terminar, D. Marisa, quero, com sinceridade, louvar a sua coragem para, contrariamente a gente de tíbio carácter, não se ter escondido atrás do anonimato. Bem-haja! 

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Primeiro tiro no porta- aviões... depois de tanta água

O Amigo de Valença tem que dar os parabéns ao Sr. Covas por " esta jogada de antecipação" (palavras do Sr.Vereador) na oportunidade de usufruir, sem qualquer margem para dúvidas, dum grupo musical "Vaya con Dios" de uma qualidade musical extraordinária.
Esta é uma demonstração, que com ambição Valença tem todos os argumentos para ser uma referência neste tipo de eventos; temos um espaço físico invejável, com uma qualidade acústica soberba.
Depois de tantos desaires, pode-se sentir como um pavão, mas, não relaxe e continue a apresentar qualidade, porque assim conseguimos diferenciarmo-nos dos outros municipios.
Este evento não sei se deu lucro ou prejuizo, mas uma coisa tenho a certeza, foi um investimento na imagem de Valença de vila com qualidade artistica.

domingo, 24 de agosto de 2008

Projecto inovador em Valença.

De pequenino se verga o pepino... Um empresário local pretende desenvolver um projecto inovador no sector agrícola, partindo como base, pela consciencialização da sociedade local, desde a autarquia, aos agricultores, da necessidade de desenvolver projectos sustentáveis e dinamizadores da economia rural do conselho.
O Projecto "ESCOLA LIVRE" _PERMACULTURA _VALENÇA, perspectiva-se revolucionar as mentalidades, tal como, estamos habituados a interpretar a agricultura intensiva, sem olhar a meios para atingir os fins, (lucro) sem respeitar o ambiente e os consumidores.
O ponto de partida, é a criação de uma quinta didáctica e pedagógica para formar os jovens e menos jovens, a interpretar a natureza e em parceria tirar rentabilidade de forma sustentada, contribuindo para 0 inicio da era da agricultura biológica em Valença, que devidamente acarinhada pelas entidades competentes, pode dar origem a uma dinâmica imparável na economia rural do concelho.
No blog "permaculturasendaverde.blogspot.com" podem saber mais sobre este movimento de compromisso com o planeta.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Ano após ano, mandato após mandato e....

Meus Senhores, perdi a paciência ... e vou deixar de ser "light" na abordagem das questões, que ao longo do ano 2007/08, foram postadas em pequenos textos deste blog.

Os factos foram constatados e divulgados para dar a oportunidade, a quem de direito, poder rectificar e contribuir para a melhor optimização dos nossos recursos.

Valença continua ano após ano a sofrer de "raquitismo crónico" comparada com as congéneres do vale do Minho, e, Sr. Presidente Serra, não se pode desculpar com os mandatos anteriores, porque os Valencianos, são pessoas de boa fé, e, deram-lhe a oportunidade de apresentar soluções ás carências estruturais deste conselho.

A falta de ambição e visão estratégica em sectores de vital importância para o desenvolvimento deste conselho, está a compromete-lo para o seu futuro, de forma,"talvez" irreversível, se olharmos para a conjuntura Internacional e no enquadramento politico de Portugal na Comunidade Económica Europeia
- Será que depois de 2012, a Comunidade Economica Europeia vai continuar eternamente a financiar, os projectos adiados pelos visionários Presidentes de Câmara, cá do burgo?...

Esta terra está sedenta de investimentos estratégicos inovadores para equilibrar os recursos já existentes, que felizmente são muitos, e de todos, o mais valioso é a localização. Senão vejamos:
os grandes projectos de interesse Nacional tropeçam em nós, Plataforma Logística e TGV (ou será, que foi a Câmara, como é muito bem relacionada que conseguiu estes investimentos para Valença?...). E os nossos pequenos projectos de interesse Municipal? Não há capacidade para os executar, porque a ambição e a visão estratégica há muito que abandonou Valença.

Sem qualquer margem para duvidas, a maior carência de Valença, é a falta de interacção entre a autarquia e os munícipes, e o reflexo dessa desumanização, são os desaires consecutivos nos eventos apadrinhados pela Câmara Municipal, que por vezes, são desconexos e questionáveis na sua relação custo / rentabilidade (a cultura não deve ser quantificada em números, mas sim, numero de espectadores).

As chamadas de atenção para variados factos negativos, poucos foram solucionados, como por exemplo, continuamos sem casas de banho publicas provisórias ... o único que foi conseguido, quase de forma perfeita, foi resolver o problema do transito em dias de confusão, que, em vez de tornar Valença convidativa, a parar e ser visitada, as pessoas continuam na A3 para o Porto e já não nos incomodam... (conforme se entra na ponte Internacional os placares publicitários para além de criarem uma poluição visual considerável, convidam os visitantes a ir para todo o lado menos para Valença).

Todos estes factos são comungados, por todos os Valencianos e comerciantes sensatos em particular e são defendidos por uma União Empresarial surda e muda, mas que teima em prejudicar os reais interesses dos Valencianos, com o silencio do medo e o narcisismo de coleccionar cargos de relevo mediático, para satisfazer o ego e esquecer a responsabilidade para que foram eleitos.

Ah !... onde está a oposição que os Valencianos elegeram para defender os interesses supremos do Município, contribuindo para uma dinâmica politica construtiva e apresentando-se como alternativa coerente aos problemas reais desta terra. Será que não há?!...

O amigo de Valença, tenta com os meios de que dispõe, contribuir para criar uma sinergia de mudança para colocar Valença como pulmão dinamizador do Alto Minho, e não sermos referênciados por todos os Minhotos, como terra com filão, mas está parada no tempo.
Contra factos, não há argumentos.

domingo, 17 de agosto de 2008

Parabéns!

Parabéns! Os amigos de Valença fazem um ano de vida! Um ano em que, pouco a pouco, se foi pondo o dedo na ferida. Pela positiva, criticamos. Construtivamente. Aqui, neste blog, não pessoalizamos. Interessa-nos Valença. Uma Valença próspera e moderna. Onde os Valencianos se sintam bem. O resto é conversa.

Começou o rebentamento de foguetes! A procissão vai sair. Aproxima-se 2009. O ano de todas as decisões. Abrem-se os cordões à bolsa. "Vaya con Deus"? Valha-nos Deus... Estamos atentos. Não fechamos os olhos a nada. Ao bom e ao mau.

P.S. - Ao amigo de Valença, o fundador deste Blog, pela coragem, também os meus parabéns.

sábado, 26 de julho de 2008

Artistas p'ra rua, versus, comerciantes p'ra casa

O Amigo de Valença gosta de chamar os bois pelos nomes, e, não podia deixar passar em branco este desinteresse por tudo que são eventos culturais.
Não vou dizer que a divulgação desta vez foi péssima, porque não foi... apesar que poderia melhorar em alguns aspectos, mas, já estão mais sensibilizados para esse facto.
A sociedade Valenciana, e os comerciantes em particular, estão a dar "um tiro no pé" ao não participarem massivamente no enraizamentos dum evento cultural desta inegável qualidade artística, que noutras localidades com a participação dos seus munícipes tornariam o SAI P'RA
RUA, numa jóia da coroa.
Mas, estamos no primeiro dia do evento, e, ainda vamos a tempo de criar uma sinergia de participação para dignificar Valença e contribuir para que melhore de ano para ano.
Não interessa quanto custa o evento, o que interessa é quantas pessoas o viram e em que contribuiu para a imagem de Valença.
Eu sei que os comerciantes, infelizmente, já não estão habituados a trabalhar ao ritmo de antigamente e na sexta -feira foi um dia de grande movimentação comercial, mas, se contribuírem para o enraizamento do SAI P'RA RUA, estão a engrandecer também a vossa terra e o vosso negócio.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Está quase...

A todos aqueles a quem "a minha pena" atinge, comunico que estou a prestes a chegar. No entretanto, vou dando aulas de "estórias", na universidade da vida... Um abraço e até já!

domingo, 6 de julho de 2008

Infelicidade ou incompetência ! ...

Eventos à Valenciana ... repetem-se, ano após ano, com a triste sina de regredirem e não evoluírem como seria o óbvio!...
Mercado das Tradições, tem conceito, mas ...falta-lhe interacção entre a autarquia e as freguesias, senão vejamos, perguntem quantas freguesias não se fizeram representar, ou, será que essas não tem tradições !... penso, que seria obrigatório e não facultativo, ou então, resolveram fazer "birra" por...
Valença Medieval, foram quatro dias frustrantes para os actores que estão habituados a dar espectáculos a multidões em concelhos que tem uma amostra de Muralha, e nós...temos um Ferrari, mas não tem havido ninguém com capacidade para o pilotar.
Expominho, na próxima edição do jornal Valenciano, vão dizer que se repetiu a tradição de evento fracassado, ou, então que superou as expectativas !... perceberam...
Quem foi á Expominho, e andava deprimido, saiu de lá medicado com um reportório artístico, pouco festivo e demasiado erudito, nessas circunstâncias.
Todos estes eventos tem um denominador comum, que é a falta de COMUNICAÇÃO, com uma planificação de meios adequada para atingir os fins.
Reparem, quinze dias antes da festa do alvarinho e do fumeiro em Melgaço havia publicidade em tudo onde desse para pendurar uma bandeira, e foi assim que deixou de ser uma festa local e se tornou um fenómeno de massas.
Por que razão, na via rápida se publicita os eventos das outras localidades (ou é só proibido para os nossos eventos) e nós não aproveitamos a localização estratégica que temos.
Passei na A3 em Ponte de Lima e está bem vizivel um placar publicitário a anunciar o festival de jardins, e nós, sem comentários ...
Sr.Presidente, o dinheiro das contribuintes é gasto e não investido, visto que, não tem retorno rigorosamente nenhum, se não é capaz de inverter estes consecutivos desaires nos eventos, olhe, faça aquilo que a sua consciência lhe mandar.