Acostumados ao poder. Agarrados a ele. Os membros da direcção da UEVM tudo fizeram para, iniquamente, ganharem as eleições do dia 31 de Março.
Tudo começou com o desrespeito pelos sócios desta União. Os senhores da mesa só chegaram eram 20h e 50 minutos! Urna de voto, boletins e computador portátil (com conexão à Internet móvel. Era necessária…).
Pelo canto do olho, o Sr. Presidente da Assembleia Geral, conseguiu – sem fazer a contagem dos sócios – saber que não havia Quórum suficiente. Depois, com a organização que se lhe conhece, estes senhores trataram de “preparar” a entrada dos sócios. E de que maneira…
A organização “primou pelo zelo”, senão atente-se no seguinte: a entrada dos sócios era controlada por três, atarefadas, meninas. Conferiam a entrada dos sócios e de procurações com poderes de representatividade. No entanto, as listas que conferiram a entrada dos sócios, não foram as mesmas que foram apresentadas a quem iria fiscalizar o acto eleitoral. Sintomático. Depois, foi a discussão das contas do ano transacto. Mais uma vez, ficou patente a “transparência” pela qual estes senhores se pautam. As contas batem sempre certo. Depois de bem maquilhadas, entenda-se. E, em apenas 48 horas, dificilmente se podia descortinar muito. Em plena assembleia, o Sr. presidente da dita, ainda perguntou se alguém, in loco, queria verificar as contas (em poucos minutos, um vulgo mortal, consegue entender movimentos de mais de meio milhão de euros!).
Mas o melhor ainda estava para vir. Para a eleição dos corpos sociais, um festival de ilegalidades: a urna ficou a meio da mesa, ao alcance de olhares indiscretos; os boletins de voto chegaram, sabe-se lá de onde; as listas, para verificação dos votos, não coincidiam com aquelas que estavam na entrada; “alguém”, num dos lados da mesa tinha um computador portátil, com ligação à internet (para quê? Era bom que esse “alguém” me explicasse…).
A votação foi, simplesmente, surreal. A privacidade não foi acautelada, porque esse não era o objectivo. Assim, era mais fácil pressionar os votantes…
A iluminação foi desligada várias vezes. Num acto eleitoral…
Vários sócios, com várias procurações, “visitaram” várias vezes a urna de voto. Conforme a necessidade…
Às duas por três, “um coelho sai da cartola”: surge o sócio 789. Quando nos cadernos eleitorais apenas constavam 788. Inigmático…
No final, a coincidência, do quase mesmo número de votos. Até parece que se sabia quem votara em quem…
Não fosse o “erro de cálculo” destes senhores e, hoje, estaria a escrever acerca da vitória mais iníqua da história da UEVM.
Mas não aconteceu. A partir de agora, vejamos até onde vai a avidez pelo poder. E, acima de tudo, o porquê! É que não há muito tempo, estes senhores diziam-se cansados do lugar. Misterioso…
Preparemo-nos para a batalha. A guerra só agora começou…
quinta-feira, 3 de abril de 2008
sexta-feira, 28 de março de 2008
Eleições na União Empresarial do Vale do Minho
As eleições na União Empresarial do vale do Minho, devem ser vistas, como um indicio da necessidade de mudança no Concelho, que menos se tem desenvolvido nos últimos 20 anos, no contexto do alto Minho.
O "usocapião" nos cargos em instituições, não é salutar para a dinâmica das mesmas.
Na alternância, pode estar a chave, para a abertura de um novo ciclo de dinamização comercial do Alto Minho.
Por isso, gostaria de ver uma vontade de mudança, reflectida no acto eleitoral, do dia 31 de Março, a realizar no Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Valença, ás 21.00h.
O "usocapião" nos cargos em instituições, não é salutar para a dinâmica das mesmas.
Na alternância, pode estar a chave, para a abertura de um novo ciclo de dinamização comercial do Alto Minho.
Por isso, gostaria de ver uma vontade de mudança, reflectida no acto eleitoral, do dia 31 de Março, a realizar no Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Valença, ás 21.00h.
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Feliz e Próspero 2008
Valença, de facto, está a necessitar de um ano 2008, com muita prosperidade, para haver felicidade... mas...sem comentários!...
domingo, 16 de dezembro de 2007
Iluminação de Natal Valenciana...
A iluminação de Natal em Valença, no contexto do Alto Minho, é uma vergonha... por vários motivos.
É inconcebível que se despreze desta forma a capital do comercio no Alto Minho, com este modus operandi por parte de quem tem responsabilidades , em contribuir para o apagão do comercio Valenciano.
Não consigo encontrar nenhuma justificação, para Valença ser no dia 16 de Dezembro a única vila do Minho, que não tem iluminação de Natal , que se note, em funcionamento.
Não se pode dar a desculpa, de que Valença está em obras, porque á zonas com obras já concluídas, com o comercio a asfixiar e a necessitar duma lufada de ar fresco para se recuperar e é esta a colaboração de quem é negligente a gerir os recursos públicos ,visto que, não são devidamente rentabilizados, ou será, que já é a iluminação do Carnaval.
É inconcebível que se despreze desta forma a capital do comercio no Alto Minho, com este modus operandi por parte de quem tem responsabilidades , em contribuir para o apagão do comercio Valenciano.
Não consigo encontrar nenhuma justificação, para Valença ser no dia 16 de Dezembro a única vila do Minho, que não tem iluminação de Natal , que se note, em funcionamento.
Não se pode dar a desculpa, de que Valença está em obras, porque á zonas com obras já concluídas, com o comercio a asfixiar e a necessitar duma lufada de ar fresco para se recuperar e é esta a colaboração de quem é negligente a gerir os recursos públicos ,visto que, não são devidamente rentabilizados, ou será, que já é a iluminação do Carnaval.
domingo, 18 de novembro de 2007
Educação... paixão dos socialistas e não só...
O principal pilar da nossa Democracia, de facto, deveria ser a educação para todos os Portugueses sem excepção, mas na realidade, o Ministério da Educação direcciona o seu programa educacional para a maioria, descriminando a minoria.
Tudo se traduz em números no presente, com consequências na nossa sociedade no futuro, sem
precedentes em nenhuma democracia ocidental... só o tempo me poderá dar a razão.
No universo escolar Nacional, estão identificados 10% de alunos com problemas de aprendizagem graves, desde dislexia a problemas cognitivos de diversas indoles, o que significa, que deveriam ter um acompanhamento personalizado conforme o tipo de disfunção de cada um, para isso, é que o Ministério da Educação formou professores do Ensino Especial, com metodologia pedagógica para contribuir que esses alunos não comecem a ser marginalizados escolares, e no futuro, com o contributo do Ministério da Educação, serem marginais na
sociedade em todos os sentidos.
Este pseudo economicismo, origina uma falta de qualidade no ensino, que todos ficam prejudicados, senão vejamos, como è que, um professor consegue numa turma coordenar dois ritmos de aprendizagem totalmente diferentes?... Solução, na maioria dos casos, opta pelo ritmo da maioria, e a consequência aparece no 2.ºciclo com alunos que perderam a auto-estima por completo e a Escola é o primeiro presidio , que o Ministério da Educação lhe proporciona, porque, vai obrigá-los a andar na Escola anos consecutivos, sem lhe dar a atenção a que eles tinham direito.
O reflexo deste conjunto de circunstancias, está no Agrupamento Escolar Muralhas do Minho.
Tudo se traduz em números no presente, com consequências na nossa sociedade no futuro, sem
precedentes em nenhuma democracia ocidental... só o tempo me poderá dar a razão.
No universo escolar Nacional, estão identificados 10% de alunos com problemas de aprendizagem graves, desde dislexia a problemas cognitivos de diversas indoles, o que significa, que deveriam ter um acompanhamento personalizado conforme o tipo de disfunção de cada um, para isso, é que o Ministério da Educação formou professores do Ensino Especial, com metodologia pedagógica para contribuir que esses alunos não comecem a ser marginalizados escolares, e no futuro, com o contributo do Ministério da Educação, serem marginais na
sociedade em todos os sentidos.
Este pseudo economicismo, origina uma falta de qualidade no ensino, que todos ficam prejudicados, senão vejamos, como è que, um professor consegue numa turma coordenar dois ritmos de aprendizagem totalmente diferentes?... Solução, na maioria dos casos, opta pelo ritmo da maioria, e a consequência aparece no 2.ºciclo com alunos que perderam a auto-estima por completo e a Escola é o primeiro presidio , que o Ministério da Educação lhe proporciona, porque, vai obrigá-los a andar na Escola anos consecutivos, sem lhe dar a atenção a que eles tinham direito.
O reflexo deste conjunto de circunstancias, está no Agrupamento Escolar Muralhas do Minho.
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
È triste ser skater em Valença
Sr. Presidente, o Senhor já tem responsabilidades autárquicas, á anos suficientes para ter o código genético Valenciano, devidamente identificado nas suas carências.
Valença , tem uma centralidade invejável, que podia usá-la como argumento, para proporcionar á juventude local, boas infra-estruturas desportivas e de lazer, usando-as como mais um item, para criar uma mais valia, á economia local e ajudar a elevar o orgulho e a estima, de ser Valenciano, senão repare, em tempo de férias, se dez miúdos ocuparem o ringue multi-desportos, em frente á estação de camionagem, os restantes, que felizmente ainda são umas centenas, tem que apanhar o comboio e ir para Cerveira , ou então, ir á boleia até Salvaterra, é caricato, mas, é a realidade.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, por isso, senhor Presidente, não podemos por uma geração de cibernautas e de skaters a jogar ao espeto e ao peão, como fizeram os cotas dos pais.
Passar na Avenida Miguel Dantas, e ver aqueles jovens skaters, sem condições, a tentar contrariar a tendência dos jovens ao sedentarismo, e á ausência de hábitos da prática de desportos, talvez de que pensar, a quem tem responsabilidades e a obrigação de proporcionar qualidade de vida, aos Valencianos, e áqueles que nos visitam, por acréscimo.
Valença , tem uma centralidade invejável, que podia usá-la como argumento, para proporcionar á juventude local, boas infra-estruturas desportivas e de lazer, usando-as como mais um item, para criar uma mais valia, á economia local e ajudar a elevar o orgulho e a estima, de ser Valenciano, senão repare, em tempo de férias, se dez miúdos ocuparem o ringue multi-desportos, em frente á estação de camionagem, os restantes, que felizmente ainda são umas centenas, tem que apanhar o comboio e ir para Cerveira , ou então, ir á boleia até Salvaterra, é caricato, mas, é a realidade.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, por isso, senhor Presidente, não podemos por uma geração de cibernautas e de skaters a jogar ao espeto e ao peão, como fizeram os cotas dos pais.
Passar na Avenida Miguel Dantas, e ver aqueles jovens skaters, sem condições, a tentar contrariar a tendência dos jovens ao sedentarismo, e á ausência de hábitos da prática de desportos, talvez de que pensar, a quem tem responsabilidades e a obrigação de proporcionar qualidade de vida, aos Valencianos, e áqueles que nos visitam, por acréscimo.


terça-feira, 9 de outubro de 2007
Jornal " O Valenciano "
Os "amigos de Valença " enviaram um email ao Jornal "O Valenciano " em 12/ 09/2007 a comunicar, a existência dum blog ,onde os Valencianos poderiam participar e dar a sua opinião, sob algum texto publicado ou qualquer outra situação de interesse dos Valencianos.
Ora bem, desde essa data ,já foram publicadas duas edições e nenhuma teve nenhum registo ,a tal facto; o que revela ,de uma duas , ou o director do jornal "O Valenciano", considera que a divulgação em suporte digital das observações e preocupações dos Valencianos, não são importantes, ou então, estão com receio, de perder, o protagonismo de jornal da oposição e não dos Valencianos , prestando um serviço publico de informação, isento, como deveria ser a sua função.
Já agora, neste blog pretende-se dar opiniões e alertar sob factos da nossa autarquia, das situações negativas, que são, as que nos preocupam , e não tem por objecto realçar os factos positivos, que, ao contrario do jornal "O Valenciano"transmite aos seus assinantes no estrangeiro uma imagem de Valença bastante tendenciosa.
Ora bem, desde essa data ,já foram publicadas duas edições e nenhuma teve nenhum registo ,a tal facto; o que revela ,de uma duas , ou o director do jornal "O Valenciano", considera que a divulgação em suporte digital das observações e preocupações dos Valencianos, não são importantes, ou então, estão com receio, de perder, o protagonismo de jornal da oposição e não dos Valencianos , prestando um serviço publico de informação, isento, como deveria ser a sua função.
Já agora, neste blog pretende-se dar opiniões e alertar sob factos da nossa autarquia, das situações negativas, que são, as que nos preocupam , e não tem por objecto realçar os factos positivos, que, ao contrario do jornal "O Valenciano"transmite aos seus assinantes no estrangeiro uma imagem de Valença bastante tendenciosa.
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Convento de Sanfins
Valença necessita com a máxima urgência, explorar o potencial turístico, que está há muitos anos numa indefinição.
Nós temos dois itens (Convento de Sanfins e Convento de Mosteiró) que gostariam outros conselhos de os possuir, como mais-valia dum turismo de qualidade, mas para isso é necessário ter sensibilidade para preservar o entorno natural destas duas áreas muito mal tratadas por aquilo que elas significam em termos ecológicos.
Toda a zona envolvente do mosteiro de Sanfins é neste momento talvez a zona do concelho com um bosque autóctone (a necessitar de um desbaste) com diversas espécies, e um povoamento muito considerável de castanheiros, carvalhos, loureiro entre outras.
Se a autarquia não incluir no plano municipal contra incêndios aquele bosque pela biodiversidade que possui, poderemos estar na cumplicidade dum crime ecológico que poderia ser evitado se houver respeito pelo património botânico de Valença.
Ao longo dos anos não tem havido interesse nem capacidade para intermediar na resolução com os proprietários, o que revela uma falta de respeito pelo património que é desprezado pelos particulares e ignorado pela autarquia.
Quem nunca teve o prazer de desfrutar da deslumbrante paisagem de Sanfins sob o vale do Minho, vão-se certificar para conseguirem entender a minha indignação pelo desaproveitamento das potencialidades do nosso conselho.
" Se houver um incêndio que destrua o bosque envolvente ao mosteiro de Sanfins, não acredito que haja , agentes económicos na área do turismo interessados em investir num entorno lunar, só restariam os especuladores".










Se os pedreiros resssuscitassem...
Se, os pedreiros que construíram as Muralhas de Valença , ressuscitassem e passassem na Avenida de Espanha e vissem aquele muro, tão tosco e com um tom de pedra desenquadrado do contexto envolvente, de certeza, que não teriam sido tão passivos, como os Valencianos, nos últimos anos a conviver com uma vergonha arquitectónica , que, em nada abona, aquilo que de bom se faz no século XXI.
Durante anos olhei para "aquele muro"e sempre me agrediu visualmente, ( pensava que tinha sido concebido, pelo Sr. Arquitecto Souto Moura e até gostava!...) ... não liguem ao trocadilho.
Continuamos num eterno ciclo vicioso, do faz, desfaz e volta a fazer...
Espero bem, que na próxima intervenção, sejam mais exigentes, porque Valença merece mais... respeito.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Esqueceram-se da sinalética na Alfândega
Os galegos que durante décadas visitaram Valença, atravessando a ponte Eiffel, sempre contornaram o edifício da Alfandega pela direita ,e, ainda hoje o continuam a fazer , devido á inexistência de sinalética, a indicar a obrigatoriedade de circular pela esquerda do edifício.
A outra faixa, é uma via sem saída, o que obriga as pessoas a dar a volta e fazerem rasgados elogios a quem não colocou a sinalética e não teve a cortesia de colocar uma plaquinha a pedir a compreensão de quem nos visita pelo incomodo que as obras provocam ,mas, que será para no futuro servi-los melhor.
De facto, o dono da obra (C.M.V.) não está a dar atenção a estes pequenos grandes pormenores e deixa ao critério das empresas construtoras ,mas , estas querem é resolver o seu problema e a imagem de Valença e de Portugal é que fica prejudicada .

A outra faixa, é uma via sem saída, o que obriga as pessoas a dar a volta e fazerem rasgados elogios a quem não colocou a sinalética e não teve a cortesia de colocar uma plaquinha a pedir a compreensão de quem nos visita pelo incomodo que as obras provocam ,mas, que será para no futuro servi-los melhor.
De facto, o dono da obra (C.M.V.) não está a dar atenção a estes pequenos grandes pormenores e deixa ao critério das empresas construtoras ,mas , estas querem é resolver o seu problema e a imagem de Valença e de Portugal é que fica prejudicada .

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